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sábado, 5 de janeiro de 2008

Retrospectiva 2007 - Bush aqui!

8 de março
O avião presidencial norte-americano, o Air Force One, pousou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, foi recepcionado no aeroporto pelo embaixador do Brasil nos EUA, Antônio Patriota, e pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Uma festa! É assim que vejo como foram os dias que antecederam a visita do todo-poderoso presidente estadunidense. Mendigos removidos, ruas varridas, pistas remendadas, muros pintados, favelas escondidas. Uma São Paulo mais bonita! Mas tudo isso só por onde a comitiva do homem iria passar.

A cidade se tornava um caos, com ruas e avenidas fechadas por horas, policiais e militares de farda e armas em punho, prezando pela segurança do cara. Uma cidade bem mais segura! Pelo menos, nas proximidades do hotel onde o mesmo estava alojado ou no caminho por onde passava.

É revoltante. Não sou contra o capitalismo, abertura de mercado e nem contra uma nação sempre egoísta com presidentes que sempre fazem tudo e qualquer coisa para enriquecê-los cada vez mais. O que mais me incomoda é a subserviência histórica declarada abertamente para todos ouvirem. Quando deixaremos de ser colônias?!

Mas voltemos a visita do homem. Ele veio com o principal motivo de buscar o apoio à Alca, esta qual eu não concordo pelas regras que beneficiam mais um lado do que o outro, mas no fundo o que realmente interessava era dois fatos: tecnologia do bio-combustível e marcar território. Sim, fomos urinados e ainda gostamos!

Num período de crescente expansão da influência de nosso vizinho não menos irritante Hugo Chaves, Bush veio ao Brasil, assim como outros países sulamericanos, marcar território antes que perdesse total influência sobre os mesmos.

O que ganhamos com isso no final de tudo? Nada!
Creio que já tenha passado da hora do Brasil e nossos representantes passarem a agir um pouco mais como nossos visitantes, no quesito de lutar um pouco mais pela riqueza de nosso país. São mais de quinhentos anos historicamente comprovados em que somos explorados por estrangeiros. Ninguém vem cá ajudar o país a crescer, mas sim para fazer e levar riqueza.

No país “onde tudo que se planta cresce”, já passamos da hora de plantar um pouco de auto-estima, orgulho de nosso território e vergonha na cara, pra ver se realmente estes crescem.

3 comentários:

Alfredo disse...

Realmente isso foi uma vergonha. Porém não acho que Chavez seja comparável ao Bush, pelo contrário, acho-o muito mais virtuoso.

Se metade dos presidentes do mundo tivessem a mesma coragem que Hugo Chavez, talvez não existisse mais essa subserviência global aos yankes.

Magno disse...

Não entendo como virtude o fato de querer impor seus pensamentos, muito menos achando que ele mesmo é a única solução para os problemas.

Se ele entende que ninguém pode substituí-lo no governo, fato demostrado em sua intenção de se perpertuar no cargo, creio que ele esteja tentando criar o país dos senhos dele, e não do povo, pois se fosse um sonho compartilhado, outros teriam, e têem, condições de assumir o cargo!

Mas ele realmente é um homem de coragem por lutar pelos sonhos de seu povo (ou dele!). Se tivêssemos um presidente assim, acho que a América teria muito mais chances de se tornar unida, forte e maior do que é! E o Brasil então!?!

Alfredo disse...

Não esqueça que a população da Venezuela é praticamente dividida, enquanto cerca de metade não o apóia a outra metade o apóia, logo, não entendo que o que ele faça no governo seja uma imposição de vontade individual ao país.

Ele não queria continuar se reelengendo eternamente, queria tornar ilimitada a POSSIBILIDADE de reeleição. Se ele iria ser eleito ou não é a população quem iria decidir.