Boas Vindas!

Você está no Congresso Nacional!
Um lugar onde se junta pessoas dos mais diversos estilos, etnias, gostos e opiniões e ficam aqui, sem qualquer tipo de receio, levando a banca suas palavras e considerações sobre os mais diversos assuntos.
Vamos apresentar nossas idéias, debatê-las ao fundo e, se alguma coisa for útil, agregar às nossas, se não, engavetá-las!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E lá se foram dois anos!

Hoje é festa! Aniversário de 2 anos do Congresso Nacional, não o de Brasiila, mas sim o "nosso Congresso Nacional". Parabéns à todos nós!

Já foram discutidos os mais diversosos assuntos, em meio a notícias boas, revoluções políticas e crimes hediondos. Dois anos de uma história repleta de histórias. Dois anos de participações diversas, discussões, “bate-bocas” acalorados, mudanças de visão e postura, enfim, “O lugar onde muito se fala!”.

Que continuemos assim, presentes, uns mais, outros menos, mas sempre dando aquela olhadinha quando possível, para se inteirar do que anda em pauta no nosso Congresso!

Aproveito para fazer uma felicitação em particular ao nosso caro amigo Crebi, que se enlaçou de forma oficial no ultimo dia 12 deste mês de Dezembro. Muitas felicidades e uma longa vida de casal a você e a Thais!!! Vai curintia! Rsrs

domingo, 13 de dezembro de 2009

A Pulseira, O Sexo e o Funk

Um novo assunto foi “criado” pela mídia televisiva. Alguns dias, assistindo ao noticiário pela manha na emissora evangélica de TV aberta, me indignou a reportagem sobre a “pulseira do sexo”, que meninas e meninos utilizam no dia a dia.


O Fato: Faz um tempo, meses, que a garotada está fazendo uso dessa moda e nenhum jamais deu algum significado, a não ser a própria moda temporal.


A história: A televisão deu significado ás cores, cada uma interpretando um ato íntimo e até sexual. Diz que a tal pulseira é utilizado numa brincadeira na Inglaterra (http://urbanlegends.about.com/library/bl_jelly_bracelets.htm), que dependendo da cor pode indicar a preferencia sexual do usuário, na terra da Rainha, também é uma lenda urbana.


O sexo: Praticado entre jovens que nunca precisaram dos “braceletes” para trocas carnais, recentemente foi filmado entre jovens de 15 e 16 anos num conceituado colégio de São Luiz (MA) (http://www.portalhoje.com/veja-video-com-cenas-de-sexo-entre-alunos-de-escola-em-belem/1418522).

Bem que eu ia colocar o link do filme...

O Funk (também encontrado como Funck): Amplamente difundido, as letras de conotação sexual e batida contagiante utilizam de palavrões e violência, estingando, ao minimo, a curiosidade do ouvinte.


A juventude que não têm muito conteúdo, pela deficiência na educação, pela ausência de pais, vivem e desaprendem com a cultura (ou descultura) dos subúrbios cariocas, abarrotando sites de vídeos com canções (se posso chamar assim) abarrotadas de palavras de baixo calão e que são “proibidonas” em rádios com o mínimo de bom senso. Essa descultura, de origem no RAP vulgar também de morros cariocas, tem sua influência no tráfico e consumo de drogas, nas “tretas” entre facções. A mídia televisiva, não sei se na tentativa de mostrar o “Sodoma e Gomorra” ou de fazer audiência com a má influência, acaba disseminando o cultuado dos excluídos dos morros cariocas. As batidonas, nos tais bailes funks, sincronizam com atos praticados entre os freqüentadores.

Porquê a indignação? Essa "Merda" é nosso país.

A filmagem que indignou pais do colégio de São Luís, nada mais é que uma demonstração de que isso existe “até” em colégios de classe alta.


Os defensores dos bons costumes, igrejas, educadores, entre outros, precisam visitar as páginas de perfis sociais na internet. Alí muitas, talvez a maioria das jovens, e quase todas menores de idade, posam em fotos que algum tempo teriam no mínimo conotação erótica. São fotos quase nuas, em posição de acasalamento, visível para qualquer um. Da mesma forma, vídeos de lembrança são criados e postados em sites de streaming utilizando os funks da capital fluminense, com suas letras carregadas de atos e lições para a prática sexual (e talvez até sejam utilizadas de forma inocente já que, muito provavelmente, o envolvido na "homenagem" desconhece o significado da letra). Me sinto constrangido, mesmo, sempre que um imbecíl para próximo ao meu comércio e deixa o som do carro poluíndo as cabeças com as nojentas letras principalmente cariocas.

Já a conotação sexual da pulseira, isso não existia. Perguntando aos garotos (de 12 a 16 anos) que freqüentam meu comércio, nenhum sabia (até a reportagem) da conotação sexual da pulseira (http://news.google.com.br/news?q=%22pulseira%20do%20sexo%22&oe=utf-8&rls=org.mozilla:pt-BR:official&client=firefox-a&um=1&ie=UTF-8&sa=N&hl=pt-BR&tab=wn).


Isso mais parece marketing viral.

Pobre pulseirinha... seus dias no comércio estão contados.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Veneza brasileira

Diferente do ponto turístico italiano, a capital Paulista sobre com o crescimento sem planejamento.

Veneza (ITA): maior alagamento dos últimos 20 anos.

O dia em que a cidade parou. Assim muitos noticiaram a manhã do paulistano e dos povos da região metropolitana. Choveu o esperado (e a média) para um terço do mês em apenas 12 horas. Os rios “transbordaram”, inundando suas margens, complicando o trânsito, artéria nervosa do centro financeiro e industrial do país.

Parado. Pouca coisa pior que um dia seco.

Ai entrevistam prefeito, governador, secretário de águas, tudo a procura de um culpado.
Porque não entrevistar Deus?
Aula simples de geografia, experimento que pode ser feito com qualquer um em casa mesmo: pegue um funil e deixe a torneira gotejando, você terá o escoamento imediato da água. Ai você abre bruscamente a torneira e mágica: o funil transborda! Mas você pode fazer mais furos e o escoamento vai melhorar significamento


Tempo já havia melhorado as 10h.
http://www.saisp.br/geral/processo.jsp?BACKCOLOR=1&OK=OK&OVLCODE=SAO&PRODUTO=23&USERID=Publico&


A ocupação desordenada, mais uma vez, prova que a impermeabilização do solo (além dos alagamentos normais de uma grande chuva) causam o efeito de inundação. Não somente as margens, mas a região metropolitana agoniza a escassez de áreas verdes e permeáveis.

A casa caiu.

A ocupação de encostas também é um desafio para a administração pública. Soterramentos poderiam ser evitados, removendo famílias de áreas de riscos, mas surge o grande problema de moradia e onde colocar tantos e mais: como evitar novamente a ocupação das áreas de risco.

A solução que parece simples, evitar ocupar as áreas provenças a alagamentos ou deslizamentos, torna-se um desafio sempre para as próximas administrações.

A locomoção de pessoas, tão prejudicada, seja com transporte particular ou público, é outro grande problema nesses dias.

Óia: quando você vai encontrar a marginal assim, andando?

Bom, atrasos, danos, mortes, isso são bilhões de reais escoados junto as águas, que pelo menos, vão encher os reservatórios de hidroelétricas no curso do Tietê.

Bacia do Tietê: Tudo o que chove por aqui vai para o Rio Tietê.

É bom lembrar, para aqueles que aqui moram, que esse excesso de chuvas não significa que vai acabar o rodizio de fornecimento de águas: nossa água vem principalmente da bacia do Alto Tietê.